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sexta-feira, 3 de abril de 2026

FOLDER LINHA FORD 1970

 


Ford 1970: Uma Linha Completa para o Brasil

O catálogo de 1970 da Ford-Willys marca um momento de ouro na indústria automobilística nacional. Com o slogan "Uma cortesia do seu revendedor Ford-Willys", o material apresenta opções que atendiam desde o jovem solteiro até o grande frotista. Confira os detalhes de cada ícone presente nesta publicação:

FOLDER LINHA FORD 1970

Ford LTD e Galaxie 500: O Ápice do Luxo

As páginas dedicadas ao Ford LTD e ao Galaxie 500 deixam claro que estes eram os melhores carros fabricados no Brasil na época. O texto destaca o silêncio interno e o conforto incomparável.

  • Ford LTD: Equipado com o motor V8 de 190 HP, oferecia opcionalmente a transmissão automática "Ford-O-Matic", ar-condicionado e um acabamento que era referência mundial.

  • Galaxie 500: Posicionado como uma opção extremamente sóbria e potente, o Galaxie 1970 trazia nova grade e cores, mantendo a direção hidráulica e a suspensão macia como marcas registradas.

FOLDER LINHA FORD 1970


FOLDER LINHA FORD 1970

Itamaraty e Aero-Willys: Elegância e Tradição

Para as famílias que buscavam solidez, a Ford mantinha os clássicos da linha Willys.

  • Itamaraty: Descrito como o carro para quem "conhece o que é bom", o Itamaraty se destacava pelo motor de 140 HP e acabamento primoroso.

  • Aero-Willys: Um veterano das estradas brasileiras, o Aero era exaltado por sua resistência e pelo motor de 130 HP, sendo um veículo testado e aprovado em Detroit para as condições do nosso país.

FOLDER LINHA FORD 1970

Ford Corcel e Corcel GT: A Revolução dos Médios

O folder dá grande destaque ao Corcel, tratando-o como a solução ideal para o mercado brasileiro da época, que buscava superar a fase dos carros pequenos por modelos mais seguros e espaçosos.

  • Corcel Sedan e Cupê: Com motor dianteiro de 68 HP (SAE) e tração dianteira, o Corcel prometia economia de até 12 km por litro de gasolina e um radiador selado que dispensava manutenção frequente.

  • Corcel GT: "Seu novo amor de 80 HP". A versão esportiva trazia o motor de 1.3L retrabalhado para maior performance, além de faixas externas e um visual que exalava esportividade.

FOLDER LINHA FORD 1970


FOLDER LINHA FORD 1970

Rural, Pick-up F-75 e Jeep: Força em Qualquer Terreno

A linha de utilitários 4x4 mostrava que o "progresso não mata o veículo com tração nas quatro rodas".

  • Jeep Ford: O sucessor do herói de guerra, focado no trabalho pesado e lazer em locais de difícil acesso.

  • Rural Ford: Apresentada como o carro de fim de semana que você usa para trabalhar. Espaçosa para 6 pessoas, unia o conforto de um carro de passeio com a valentia do motor de 6 cilindros e 90 HP.

  • Willys F-75: A pick-up robusta com capacidade de carga de até 750 kg, ideal para o escoamento da produção no interior do Brasil.

FOLDER LINHA FORD 1970

Linha F-100 e F-350: Os Gigantes do Trabalho

Para quem precisava de ainda mais capacidade, a Ford oferecia seus caminhões e pick-ups pesadas.

  • Ford F-100: Disponível com os motores V8 272 (166 HP) ou 292 (190 HP), era a pick-up mais silenciosa e confortável da categoria, com a famosa suspensão Twin-I-Beam.

  • Caminhão F-350: Com capacidade para 3.500 kg de carga, o F-350 era movido pelo motor V8 de 161 HP (ou opcional de 167 HP). O texto reforça a versatilidade do modelo, que servia desde carro-forte até micro-ônibus e guincho.

FOLDER LINHA FORD 1970

FOLDER LINHA FORD 1970


FOLDER LINHA FORD 1970

FOLDER LINHA FORD 1970


segunda-feira, 30 de março de 2026

MANUAL DO CHEVROLET CLASSIC DE 2007 ATÉ 2016 ( DOWNLOAD PDF)




Chevrolet Classic: A Trajetória do Sedã que Conquistou o Brasil (2007 a 2016)

O Chevrolet Classic é um fenômeno da indústria automobilística brasileira. Derivado do Corsa Sedan lançado em 1995, ele provou que um projeto bem feito pode atravessar décadas. Conhecido pela sua robustez, manutenção descomplicada e excelente valor de revenda, o Classic foi o primeiro carro de muitas famílias e o parceiro de trabalho de milhares de profissionais.

Neste artigo, vamos detalhar a evolução deste ícone ano a ano, de 2007 até sua despedida em 2016, explorando o que mudou e as curiosidades de cada versão.


Evolução Ano a Ano: O Refinamento de um Veterano

2007: O Sucesso do VHC

Em 2007, o Classic já era um modelo consolidado e focado no custo-benefício.

  • Atualização: O motor 1.0 VHC (Very High Compression) era o destaque, oferecendo boa agilidade para o trânsito urbano.

  • Curiosidade: Foi neste período que o Classic se tornou um dos favoritos das frotas de táxi e locadoras devido ao seu porta-malas de 390 litros, surpreendente para o porte do carro.



2008: Pequenos Toques de Conforto

O modelo 2008 trouxe melhorias discretas no acabamento interno para tentar manter o fôlego contra concorrentes mais novos.

  • Diferença: Novos tecidos nos bancos e grafismos levemante alterados no painel de instrumentos.

  • Curiosidade: O Classic 2008 ainda mantinha o visual "antigo" (bolinha), que muitos puristas consideram o mais harmônico da linhagem.



2009: A Chegada do Motor VHC-E

Este ano marcou uma importante evolução mecânica.

  • Atualização: Introdução do motor VHC-E (E de Ecológico, Econômico e Energético). O motor passou a render 78 cv no etanol, com respostas mais rápidas no acelerador eletrônico.

  • Curiosidade: O tanque de combustível foi ampliado para 54 litros, o que conferia ao Classic uma autonomia invejável, superando os 700 km em viagens.

2010: O Grande Facelift (O "Novo" Classic)

2010 foi o ano da maior mudança visual. O Classic adotou o design que já era utilizado na China.

  • Diferença: Ganhou novos faróis maiores e trapezoidais, nova grade frontal com a gravata dourada ao centro e lanternas traseiras que invadiam a tampa do porta-malas.

  • Curiosidade: O visual foi inspirado no Chevrolet Sail chinês, dando uma sobrevida estética de quase seis anos ao modelo no Brasil.

2011: Padronização Visual

Após a grande mudança de 2010, o modelo 2011 focou na estabilização da linha.

  • Destaque: A versão LS tornou-se a nomenclatura padrão, simplificando a oferta de opcionais.

  • Curiosidade: Foi neste ano que o Classic atingiu marcas históricas de produção em São José dos Campos, reafirmando sua posição entre os 5 mais vendidos do país.

2012: Preparação para Novos Tempos

O modelo 2012 trouxe melhorias em itens de conveniência para enfrentar o recém-lançado Fiat Siena Fire.

  • Atualização: O painel recebeu iluminação "Ice Blue", seguindo o padrão global da Chevrolet iniciado pelo Agile e Cruze.

  • Curiosidade: Muitos modelos 2012 começaram a sair de fábrica com o pacote que incluía sensor de estacionamento traseiro como acessório original de concessionária.

2013: Segurança em Primeiro Lugar

Antecipando-se à legislação brasileira que viria no ano seguinte, o Classic 2013 deu um salto em segurança.

  • Diferença: Passou a oferecer como opcional o pacote com Freios ABS e Airbag Duplo.

  • Curiosidade: Encontrar um Classic 2013 com Airbag e ABS é um excelente negócio no mercado de usados, pois une a mecânica barata com a segurança necessária.

2014: Itens de Série Obrigatórios

A partir de 1º de janeiro de 2014, o Classic mudou obrigatoriamente.

  • Atualização: Freios ABS e Airbag Duplo tornaram-se itens de série em todas as unidades produzidas.

  • Curiosidade: Com o fim do Celta e da antiga Kombi, o Classic tornou-se um dos "veteranos" mais respeitados do mercado, sendo a opção de entrada oficial da GM acima do novo Onix.

2015: Série Especial Advantage

Para manter o interesse no modelo, a Chevrolet lançou a série Advantage.

  • Diferença: Rodas de liga leve aro 14, molduras laterais, retrovisores pretos brilhantes e um interior com acabamento mais escurecido e rádio com Bluetooth.

  • Curiosidade: A série Advantage é hoje uma das mais valorizadas pelos colecionadores de "carros populares" devido ao seu visual levemente mais esportivo.

2016: A Despedida do Campeão

O último ano de produção do Classic no Brasil.

  • Destaque: O modelo saiu de linha sem grandes alterações em relação ao 2015, mas com a fama de ser "inquebrável".

  • Curiosidade: O Classic encerrou sua produção com mais de 1,5 milhão de unidades vendidas ao longo de sua história, deixando o posto para o Chevrolet Joy (Onix antigo).

 

quarta-feira, 25 de março de 2026

MANUAIS DO PROPRIETÁRIO DO CHEVROLET CELTA DE 2008 A 2015 (DOWNLOAD PDF)

 



Chevrolet Celta: O Campeão da Robustez e a Evolução de um Ícone (2008 a 2015)

O Chevrolet Celta é, sem dúvida, um dos carros mais queridos e populares da história automotiva brasileira. Lançado no ano 2000 sob o conceito de "carro de entrada", ele rapidamente conquistou o público pela sua manutenção extremamente barata, agilidade no trânsito urbano e o motor VHC (Very High Compression), conhecido por ser muito valente apesar da baixa cilindrada.

 

Construído sobre a confiável plataforma do Corsa B, o Celta passou por diversas atualizações tecnológicas e visuais que o mantiveram competitivo por 15 anos. Neste artigo, vamos focar na trajetória final deste gigante, analisando a evolução e as curiosidades dos modelos fabricados entre 2008 e 2015.


Evolução e Diferenças Ano a Ano

2008: O Auge do VHC

Em 2008, o Celta já ostentava o visual da "segunda geração" (lançada em 2006). Era o ano em que o modelo se consolidava como o seminovo mais desejado do Brasil.

  • Diferença: Refinamento nos materiais plásticos internos para reduzir os famosos ruídos de painel.

  • Curiosidade: Foi um dos anos com maior volume de vendas da versão Spirit, que trazia parachoques na cor do veículo, um luxo para os carros populares da época.




2009: A Chegada do Motor VHC-E

Este é um ano divisor de águas para a mecânica do Celta.

  • Diferença: Introdução do motor VHC-E. O "E" vinha de Ecológico, Econômico e Energético. O motor saltou para 78 cv (etanol), tornando-se um dos 1.0 mais potentes do mercado.

  • Curiosidade: O acelerador passou a ser eletrônico (drive-by-wire), eliminando o cabo físico e tornando as respostas mais precisas.





2010: Melhorias na Autonomia

Com o motor VHC-E já consolidado, a Chevrolet focou em detalhes práticos.

  • Diferença: O tanque de combustível foi ampliado para 54 litros, garantindo ao Celta uma das maiores autonomias da categoria.

  • Curiosidade: Muitos proprietários de Celta 2010 relatam médias de consumo impressionantes em estradas, superando os 15 km/l com facilidade.



2011: O Facelift da Grade Particionada

Em 2011, o Celta recebeu sua última grande atualização visual para se alinhar à nova identidade global da Chevrolet.

  • Diferença: A grade frontal passou a ser seccionada por uma barra horizontal com a gravata dourada ao centro. O interior ganhou iluminação "Ice Blue".

  • Curiosidade: O volante foi redesenhado e os tecidos dos bancos ficaram mais modernos, com estampas geométricas.



2012: O Fim da Versão de 3 Portas

Com a mudança no perfil do consumidor, o Celta começou a focar no uso familiar.

  • Diferença: A Chevrolet começou a descontinuar gradualmente as versões de 2 portas (3 portas contando o porta-malas), focando quase 100% na produção do modelo 4 portas.

  • Curiosidade: Foi o ano em que o Celta atingiu a marca histórica de 1,5 milhão de unidades produzidas em Gravataí (RS).





2013: Segurança Obrigatória Antecipada

O modelo 2013 preparou o terreno para as novas leis brasileiras.

  • Diferença: A Chevrolet passou a oferecer como opcional (e depois de série na versão LT) o sistema de Freios ABS e Airbag Duplo.

  • Curiosidade: O painel de instrumentos recebeu novas escalas e os espelhos retrovisores externos ficaram maiores para melhorar a visibilidade.



2014: O Celta "Completo" de Série

Com a chegada do Onix, o Celta subiu um degrau para não morrer.

  • Diferença: Itens que eram sonhos, como ar-condicionado e direção hidráulica, tornaram-se muito mais comuns de encontrar como itens de série no pacote Advantage.

  • Curiosidade: O Celta 2014 é considerado por muitos mecânicos como o "ponto de equilíbrio" entre modernidade (segurança) e a mecânica simples de sempre.




2015: A Edição de Despedida

O último ano do Celta no Brasil. Um carro que saiu de linha com uma legião de fãs.

  • Diferença: O modelo 2015 focou na versão Advantage, vindo com rodas de aço aro 14 com calotas escurecidas e faróis com máscara negra.

  • Curiosidade: Mesmo saindo de linha em 2015, o Celta continuou sendo um dos carros mais negociados no mercado de usados, mantendo um valor de revenda altíssimo devido à sua fama de "carro que não quebra".










domingo, 22 de março de 2026

MANUAIS DO PROPRIETÁRIO CHEVROLET CAPTIVA DE 2008 A 2017 (DOWNLOAD PDF)

 


Chevrolet Captiva: A Trajetória Completa e Evolução Ano a Ano (2008-2017


O Chevrolet Captiva foi um dos marcos da General Motors no Brasil, representando a transição dos SUVs rústicos para os crossovers urbanos sofisticados. Importado do México, o modelo conquistou o público pelo design imponente e pela farta lista de equipamentos.

Abaixo, detalhamos a trajetória deste ícone ano a ano, de 2008 a 2017.


2008: A Chegada Triunfal

O Captiva estreou no Brasil em 2008 exclusivamente na versão Sport V6, com tração integral (AWD) ou dianteira (FWD). O motor era o robusto 3.6 V6 de 261 cv, acoplado a um câmbio automático de 6 marchas.

  • Evolução: Foi o carro que elevou o patamar de segurança da categoria, trazendo de série 6 airbags e controles de tração e estabilidade.

  • Curiosidade: No lançamento, a fila de espera era tão grande que unidades seminovas eram vendidas acima do preço de tabela da concessionária.

#MANUAL DO PROPRIETÁRIO CAPTIVA 2008



2009: A Democratização com o Ecotec

Percebendo a necessidade de uma opção mais econômica, a Chevrolet lançou a versão 2.4 Ecotec de 4 cilindros e 171 cv.

  • Diferença: Enquanto a V6 ostentava dupla saída de escapamento e rodas aro 17 cromadas, a 2.4 tinha visual mais contido e câmbio automático de apenas 4 marchas.

  • Curiosidade: O motor 2.4 era inteiramente em alumínio, uma tecnologia refinada para a época, visando reduzir o peso total do conjunto.

#BAIXE MANUAL DO PROPRIETÁRIO CAPTIVA 2009

manual do proprietário captiva 2009



2010: Consolidação e Ajustes

Este ano foi de manutenção. A GM focou em ajustes de acabamento interno e na calibração da suspensão para as estradas brasileiras.

  • Evolução: Pequenas melhorias no isolamento acústico foram implementadas para reduzir o ruído do vento em altas velocidades.

  • Curiosidade: O Captiva 2010 foi um dos últimos SUVs médios a manter o freio de estacionamento por pedal, algo muito comum em carros americanos.

#BAIXE MANUAL DO PROPRIETÁRIO CAPTIVA 2010

manual do proprietário captiva 2009


2011: O Grande Salto Tecnológico

Este foi o ano da maior mudança mecânica. O motor 3.6 V6 foi substituído por um 3.0 V6 com injeção direta, que entregava 268 cv (mais potente, apesar de menor). Além disso, a versão 2.4 recebeu um câmbio de 6 marchas.

  • Diferença: A introdução do botão "Eco Mode" no console, que visava otimizar as trocas de marcha para reduzir o consumo de combustível.

  • Curiosidade: Mesmo sendo 3.0, o novo motor era mais rápido que o antigo 3.6, graças à moderna tecnologia de injeção direta SIDI.

#BAIXE MANUAL DO PROPRIETÁRIO CAPTIVA 2011

manual do proprietário captiva 2011


2012: Refinamento de Série

Em 2012, a Chevrolet padronizou diversos itens de conforto. O modelo 2.4 passou a vir com rodas de liga leve com novo desenho.

  • Evolução: O sistema de monitoramento de pressão dos pneus tornou-se mais preciso, alertando o motorista diretamente no painel.

  • Curiosidade: Foi neste ano que o Captiva começou a enfrentar a concorrência pesada de modelos como o Hyundai ix35, forçando a GM a manter o preço competitivo.

#BAIXE MANUAL DO PROPRIETÁRIO CAPTIVA 2012

manual do proprietário captiva 2012






2013: Conectividade MyLink

A grande novidade foi a atualização do sistema de entretenimento, aproximando o Captiva dos novos lançamentos da marca, como o Cruze.

  • Diferença: A inclusão parcial de interfaces mais modernas e melhor conectividade Bluetooth.

  • Curiosidade: O modelo 2013 V6 era um dos poucos carros da categoria que permitia ligar o motor à distância pela chave, para climatizar a cabine.

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manual do proprietário captiva 2013


2014: Foco na Versão 2.4

Com a alta do dólar e o foco em eficiência, a Chevrolet começou a priorizar a versão 2.4 no mix de vendas, já que a V6 sofria com o alto consumo.

  • Evolução: Novos revestimentos internos e opções de cores para o painel (tons de cinza e preto).

  • Curiosidade: A partir deste ano, a versão V6 tornou-se extremamente rara nas concessionárias, sendo vendida quase que sob encomenda.

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manual do proprietário captiva 2014


2015: Atualização Estética Final

O Captiva recebeu um leve facelift, com novas rodas escurecidas e faróis com máscara negra em algumas versões.

  • Diferença: O para-choque dianteiro recebeu um aplique em prata na parte inferior, conferindo um ar mais "off-road".

  • Curiosidade: O modelo 2015 passou a vir com teto solar elétrico de série na maioria dos pacotes oferecidos no Brasil.

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manual do proprietário captiva 2015



2016: O Início da Despedida

Com o lançamento iminente do Chevrolet Equinox, o Captiva 2016 teve sua gama simplificada.

  • Evolução: A central multimídia foi atualizada para ser mais rápida, embora ainda não tivesse o espelhamento completo de smartphones como os sistemas atuais.

  • Curiosidade: Muitos compradores preferiam o Captiva ao Tracker (lançado na época) por causa do imenso porta-malas de 821 litros.

#BAIXE MANUAL DO PROPRIETÁRIO CAPTIVA 2016



2017: O Último Ato

O ano de 2017 marcou o fim da linha para o Captiva no Brasil. O modelo foi vendido em versão única, reunindo o que havia de melhor no estoque de peças e acabamento.

  • Diferença: Visualmente idêntico ao 2016, mas com pacotes de opcionais fechados.

  • Curiosidade: O nome "Captiva" não morreu; ele continuou vivo em outros mercados (como na China e Tailândia) em uma geração completamente diferente, baseada em modelos da marca Baojun.

#BAIXE MANUAL DO PROPRIETÁRIO CAPTIVA 2017

manual do proprietário captiva 2017



FOLDERS DO VOLKSWAGEN GOLF 1974 A 1979 E UM POUCO DA SUA HISTÓRIA

 


Um pouco da cronologia do Volkswagen Golf 1974 até 1979


1974: O Ano Zero (Alemanha e França)

O lançamento do Golf em 1974 foi o movimento mais arriscado da história da Volkswagen. Os folders alemães daquele ano não vendiam apenas um carro, mas a sobrevivência da marca. O foco técnico era a transição do motor a ar para o motor a água transversal (EA827). Na França, a recepção foi focada no estilo, já que o país tinha uma forte cultura de hatchbacks compactos.

  • Tópico 1: A Carroceria "Swallowtail" (Cauda de Andorinha): Os folders de 1974 de ambos os países mostram a característica mais rara dos Golfs: o painel traseiro com um vinco profundo sob a placa de licença. Esse detalhe de design foi removido posteriormente para reduzir custos de produção.

  • Tópico 2: Motorização 1.1 e 1.5: Enquanto a Alemanha focava na eficiência do motor 1.1 de 50cv para substituir o Fusca, os folders franceses já davam destaque à versão "S" e "LS" com motor 1.5, focando em um público que buscava um "Grand Tourisme" compacto.

  • Curiosidade: No folder alemão de lançamento, o Golf era apresentado como o carro que "oferecia mais espaço interno em menos espaço externo", uma provocação direta aos sedãs tradicionais da época.

FOLDER DO VOLKSWAGEN GOLF

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1975: A Conquista Global (França, Japão e Reino Unido)

Em 1975, a Volkswagen começou a adaptar o Golf para legislações e gostos muito distintos. Os folders desses três países revelam como o marketing mudava conforme o continente.

  • Tópico 1: A Adaptação para o Reino Unido e Japão (RHD): Um detalhe técnico fascinante nos folders desses países é o layout dos limpadores de para-brisa. Em 1975, a VW ainda não tinha invertido o mecanismo para carros com volante à direita. Isso significa que, nos folders de Londres ou Tóquio, você vê que o limpador deixava uma grande área sem limpar justamente no campo de visão do motorista.

  • Tópico 2: O Padrão de Luxo Japonês: No Japão, o Golf não era um carro popular. Os folders da importadora Yanase mostravam o carro com repetidores de seta laterais exclusivos e cintos de segurança com avisos sonoros, itens obrigatórios na legislação nipônica, mas inexistentes na Europa.

  • Curiosidade: O folder francês de 1975 introduziu a versão "L", com carpetes mais luxuosos e encostos de cabeça, tentando desvincular o Golf da imagem de carro puramente utilitário.





































FOLDER DO VOLKSWAGEN GOLF

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1976: O Nascimento do GTI (Alemanha e Japão)

Este é, talvez, o ano mais importante para a sua estratégia de SEO, pois marca o início da linhagem GTI.

  • Tópico 1: O "Sport-Golf" Alemão: O folder original do GTI de 1976 na Alemanha é um item de colecionador. Ele descreve o sistema de injeção Bosch K-Jetronic, que permitia ao motor 1.6 entregar 110cv. O texto técnico focava na suspensão rebaixada e nos pneus de perfil baixo (para os padrões da época).

  • Tópico 2: O Mercado Japonês e o Controle de Emissões: Enquanto a Alemanha celebrava a potência, os folders japoneses de 1976 focavam no sistema "Clean Air". Por causa das normas severas do Japão, os Golfs exportados para lá tinham catalisadores térmicos que alteravam o som do escapamento.

  • Curiosidade: A famosa manopla de câmbio em formato de bola de golfe aparece pela primeira vez nos folders de 1976, mas originalmente era uma piada interna do designer que acabou virando ícone mundial.

FOLDER DO VOLKSWAGEN GOLF

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1977: A Consolidação (França)

Na França, 1977 foi o ano em que o Golf se tornou o "importado favorito". Os folders deste ano mostram uma maturidade estética.

  • Tópico 1: Introdução do Motor Diesel: O folder francês de 77 dá um destaque enorme ao novo motor Diesel de 1.5 litros. Era o primeiro compacto a oferecer esse combustível com foco em economia extrema, algo que o mercado francês, amante do óleo diesel, abraçou imediatamente.

  • Tópico 2: Mudanças nos Para-choques: É neste ano que começamos a ver nos folders a transição dos para-choques com cantos de metal para pontas de plástico preto mais envolventes, preparando o terreno para o facelift que viria anos depois.

  • Curiosidade: Em 1977, os folders franceses destacavam que o Golf era o carro "mais seguro da classe" devido à coluna de direção colapsável e ao design do tanque de combustível à frente do eixo traseiro.





FOLDER DO VOLKSWAGEN GOLF

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FOLDER DO VOLKSWAGEN GOLF

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1978 e 1979: O Refinamento (Alemanha)

Estes dois anos representam o auge da primeira fase do Mk1 na Alemanha, antes da grande mudança de painel e lanternas de 1980.

  • Tópico 1: O Interior Modernizado (1978): Os folders alemães de 1978 focam na ergonomia. O painel de instrumentos recebeu novos grafismos e os botões foram reposicionados para serem operados sem que o motorista tirasse as mãos do volante.

  • Tópico 2: O Lançamento do Cabriolet (1979): O folder de 1979 na Alemanha apresenta a maior novidade: o Golf conversível produzido pela Karmann. O texto técnico explicava a necessidade do "Santo Antônio" (a barra de segurança central) para manter a rigidez torcional do carro.

  • Curiosidade: Em 1979, a VW celebrou nos folders alemães a marca de 2 milhões de Golfs produzidos, provando que a aposta de 1974 para substituir o Fusca tinha sido um sucesso absoluto.

FOLDER DO VOLKSWAGEN GOLF

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FOLDER DO VOLKSWAGEN GOLF

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